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Diagnóstico Diferencial de Tosse (2006)

Resumo:

A tosse constitui um sintoma de uma grande variedade de patologias, pulmonares e extrapulmonares,e por isto mesmo é muito comum, sendo, com certeza, uma das maiores causas de procura por atendimento médico.
A tosse é classificada conforme o tempo de persistência dos sintomas: Aguda: presença dos sintomas por até 3 semanas Sub-aguda: tosse persistente por 3 a 8 semanas Crônica: tosse com duração maior do que 8 semanas.



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Diretriz para indicação de esterilização feminina pelo Médico de Família e Comunidade (2007)

Autor: Adolfo Oscar Gigglberger Bareiro e Hamilton Lima Wagner

Resumo:
O Ministério de Saúde, através da lei nº 9.263 de 12 de janeiro de 1996 e da resolução nº 928 de 19.8.1997, dispõe que a esterilização voluntária será permitida nas seguintes situações: homens e mulheres com capacidade civil plena e maiores que vinte e cincos anos de idade ou, pelo menos, dois filhos vivos, e em mulheres com risco a sua vida ou saúde ou do futuro concepto, estemunhado em relatório escrito por dois médicos.. Será observado o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação de vontade e o ato cirúrgico. Além do mais, constitui dever do SUS promover condições e recursos informativos, educacionais, científicos e técnicos que assegurem o livre exercício do planejamento familiar. Para isto, serão oferecidos ao casal todos os métodos anticoncepcionais ética e cientificamente aceitáveis, garantida a liberdade de opção. Entretanto, não existem diretrizes clínicas no país, baseadas em evidências, adequadas para orientar mais amplamente o médico de família e comunidade na indicação deste procedimento, seus riscos e probabilidades de arrependimento envolvidas. Esta diretriz visa suprir esta lacuna.

Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas – Hiperprolactinemia (2010)

Autor: Ministério da Saúde – Secretaria de Assistência à Saúde

Resumo: Portaria n° 208 de 23 de abril de 2010 que contem o conceito geral da Hiperprolactinemia, critérios de diagnóstico, critérios de inclusão e de exclusão, tratamento e mecanismos de regulação, controle e avaliação, é de caráter nacional e deve ser utilizado pelas Secretarias de Saúde dos Estados e dos Municípios na regulação do acesso assistencial, autorização, registro e ressarcimento dos procedimentos correspondentes.

Caderno da Atenção Básica 13: Controle dos Cânceres do Colo de Útero e da Mama (2006)

Autor: Ministério da Saúde

A importância epidemiológica do câncer no Brasil e sua magnitude social, as condições de acesso da população brasileira à atenção oncológica, os custos cada vez mais levados na alta complexidade refletem a necessidade de estruturar uma rede de serviços regionalizada e hierarquizada que garanta atenção integral à população. Dentro dessa perspectiva, o Ministério da Saúde apresenta o Caderno de Atenção Básica – Controle dos Cânceres do Colo do Útero e da Mama, tomando como referência o Pacto pela Saúde 2006, a Política Nacional de Atenção Básica; a Política Nacional de Atenção Oncológica, destacando o Plano de Ação para o Controle dos Cânceres de Mama e do Colo do Útero 2005-2007; a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher; a Política Nacional de DST/Aids; e a Política Nacional de Humanização no SUS. Este Caderno de Atenção Básica foi elaborado com a finalidade de orientar a atenção às mulheres subsidiando tecnicamente os profissionais da rede de Atenção Básica em Saúde, disponibilizando-lhes conhecimentos atualizados de maneira acessível, que possibilitem tomar condutas adequadas.

Rastreamento do Câncer de Mama na Mulher Brasileira (2008)

Autor: Sociedade Brasileira de Mastologia

Esse documento traz as “Recomendações da X Reunião Nacional de Consenso Sociedade Brasileira de Mastologia” a cerca do Rastreamento do Câncer de Mama na Mulher Brasileira. Dentre os tópicos abordados podem ser citados: estatísticas e análise das Diretrizes do INCA de 2005; Avaliação da rede de atendimento: distribuição de mamógrafos e qualidade dos exames; o auto-exame para a mulher brasileira; o exame clínico da mama; a mamografia (quando começar, periodicidade e quando parar); a ultrassonografia no rastreamento e a Ressonância Magnética Mamária.

Controle do Câncer de Mama - documento de consenso (2004)

Autor: Ministério da Saúde

Resumo: Frente às limitações práticas para a implementação, junto à população, de estratégias efetivas para a prevenção do câncer de mama, as intervenções, do ponto de vista da Saúde Pública, passam a ser direcionadas a sua detecção precoce, com a garantia de recursos diagnósticos adequados e tratamento oportuno.O Ministério da Saúde, considerando a situação atual do câncer de mama no Brasil e percebendo a necessidade de definir as estratégias a serem priorizadas para o seu controle, a partir de um trabalho conjunto entre o Instituto Nacional de Câncer e a Área Técnica da Saúde da Mulher, com o apoio da Sociedade Brasileira de Mastologia, realizou, nos dias 13 e 14 de novembro de 2003, uma oficina de trabalho para discussão e aprovação de recomendações referentes ao controle do câncer de mama. Participaram, além de técnicos de diferentes áreas do Ministério, gestores, pesquisadores que atuam na área de controle de câncer e representantes de Sociedades Científicas afins e de entidades de defesa dos direitos da mulher. Este documento de consenso apresenta as recomendações emanadas dessa oficina para a prevenção, detecção precoce, diagnóstico, tratamento e cuidados paliativos no câncer de mama e aponta possíveis estratégias que devem ser utilizadas para a sua implementação no Sistema Único de Saúde.

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Diabetes Mellitus Gestacional (2006)

Autor: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Resumo: Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é definido como qualquer nível de intolerância a carboidratos, resultando em hiperglicemia de gravidade variável, com início ou diagnóstico durante a gestação. Sua fisiopatologia é explicada pela elevação de hormônios contra-reguladores da insulina, pelo estresse fisiológico imposto pela gravidez e a fatores predeterminantes (genéticos ou ambientais). O principal hormônio relacionado com a resistência à insulina durante a gravidez é o hormônio lactogênico placentário, contudo, sabe-se hoje que outros hormônios hiperglicemiantes como cortisol, estrógeno, progesterona e prolactina também estão envolvidos. Esse documento tem como objetivo, fornecer as principais recomendações relacionadas à identificação e ao manuseio da gestante com diabetes.

Amenorréia secundária: diagnóstico (2007)

Autor: Carmen V. Giacobbo Daudt e Maria Eugênia B. Pinto

Qual o roteiro diagnóstico na investigação diagnóstica da amenorréia secundária em APS? Em que momento da investigação everiam ser solicitados exames? Quando encaminhar para o ginecologista?

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