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Otite – Pediatria (2011)

Resumo:

Otite Média Aguda (OMA): presença de secreção no ouvido médio associada ao início rápido de um ou mais sinais ou sintomas de inflamação.
Otite Média Recorrente (OMR): ocorrência de 3 episódios de OMA em seis meses ou 4 episódios em 12 meses. Otite Média Serosa (OMS): é inflamação do ouvido médio em que há uma coleção líquida no seu espaço e a membrana timpânica está intacta. Não há sinais e sintomas de infecção aguda. Secreção ou efusão do ouvido médio: é o liquido resultante da otite média. Esta secreção pode ser serosa (fina e liquida), mucóide (espessa e viscosa) ou purulenta. A efusão pode resultar de uma OMA ou de uma OMS.

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Diagnóstico Diferencial de Tosse (2006)

Resumo:

A tosse constitui um sintoma de uma grande variedade de patologias, pulmonares e extrapulmonares,e por isto mesmo é muito comum, sendo, com certeza, uma das maiores causas de procura por atendimento médico.
A tosse é classificada conforme o tempo de persistência dos sintomas: Aguda: presença dos sintomas por até 3 semanas Sub-aguda: tosse persistente por 3 a 8 semanas Crônica: tosse com duração maior do que 8 semanas.



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Dengue : diagnóstico e manejo clínico : criança (2011)

Autor: Ministério da Saúde/Secretaria de Vigilância em Saúde/Departamento de Vigilância
Epidemiológica.

Este manual foi elaborado com base na experiência brasileira, bem como na de outros países, a partir do conhecimento adquirido pelos profissionais nas últimas epidemias. Espera-se que este manual contribua e auxilie os profissionais de saúde no diagnóstico precoce e no manejo clínico adequado ao paciente pediátrico com dengue, de forma que possamos alcançar a meta de evitar a ocorrência de óbitos por dengue no Brasil.

Veja aqui o arquivo completo.

Qual é a dosagem de dipirona indicada para crianças?

Do Telessaúde Brasil (blog.telessaudebrasil.org.br)

A dosagem recomendada de dipirona para crianças é de 20 mg/Kg, por via oral, até 4 vezes ao dia em caso de dor de leve a moderada e febre. Considerando que a solução oral contém 500 mg/mL, uma criança de 20 Kg deve receber 400 mg ou 0,8 mL [1, 2].

Deve-se evitar a prescrição em gotas, pois a dosagem obtida no gotejamento pode não ser a prescrita. As apresentações comerciais de dipirona podem diferir entre si na viscosidade do líquido e na forma do frasco gotejador. A relação de que 20 gotas equivalem a 1 mL de fármaco é generalizada e em muitos casos isso pode resultar em dosagens abaixo ou acima do recomendado, comprometendo o tratamento. Sugere-se o uso de seringas graduadas.

Caderno da Atenção Básica 23: Saúde da Criança: Nutrição Infantil Aleitamento Materno e Alimentação Complementar (2009)

Autor: Ministério da Saúde/Secretaria de Atenção à Saúde/Diretoria da Atenção Básica

Resumo: A infância é um período em que se desenvolve grande parte das potencialidades humanas. Os distúrbios que incidem nessa época são responsáveis por graves consequências para indivíduos e comunidades. O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. Permite ainda um grandioso impacto na promoção da saúde integral da dupla mãe/bebê e regozijo de toda a sociedade.

Abordagem das Parasitoses Intestinais mais Prevalentes na Infância pelo Médico de Família e Comunidade (2007)

Autor: Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade

Resumo: Este documento tem como objetivo produzir diretrizes para a abordagem das parasitoses mais prevalentes na infância no cenário de Atenção Primária à Saúde.

Infecção do trato urinário: em busca das evidências (2003)

Autores: Vera H. Koch e Sandra M.C. Zuccolotto

Resumo: No presente trabalho, visamos abordar o tema infecção do trato urinário à luz da evidência clínica atual. Fonte de dados: realizamos revisão bibliográfica no período de 1996 a 2002, utilizando os bancos de dados Medline e Cochrane, por meio das seguintes palavras-chave: infecção urinária, criança, adolescente, diagnóstico, tratamento e refluxo vesicoureteral. Foram selecionados estudos de coorte e de qualidade, consensos, meta-análises, ensaios randomizados controlados e auditorias. Síntese de dados: os artigos levantados foram selecionados com base em aspectos metodológicos, relevância e aplicabilidade clínica. Parte dos destaques dos artigos baseiam-se nos parâmetros propostos pela Academia Americana de Pediatria, em 1999, para o diagnóstico e tratamento da infecção urinária febril da criança entre dois meses e dois anos de idade. Conclusão: grande parte das diretrizes para diagnóstico e tratamento da infecção urinária na infância ainda está baseada em opiniões consensuais e dogmáticas. Trabalhos multicêntricos, randomizados, controlados, duplo-cegos para intervenções são necessários para melhoria da qualidade do diagnóstico e da condução da infecção urinária na infância.

Infecções agudas das vias aéreas superiores – diagnóstico e tratamento ambulatorial (2003)

Autores: Paulo M.C. Pitrez e José L.B. Pitrez

Resumo : Este artigo tem como objetivo apresentar uma revisão atualizada sobre as infecções das vias aéreas superiores (IVAS) mais comuns na prática diária de consultório do pediatra, visando a uma adequada orientação de condutas diagnósticas e terapêuticas. Fontes dos dados: foram revisadas referências obtidas na base de dados Medline. Foram selecionados os artigos mais relevantes sobre o tema. Síntese dos dados: rinofaringite aguda, sinusite aguda, faringo-amigdalite aguda estreptocócica e laringite viral aguda são apresentadas de forma crítica e sucinta. As dificuldades observadas na prática clínica, em relação ao diagnóstico diferencial de determinadas IVAS, limitações na busca do agente etiológico e o uso, muitas vezes abusivo, de antimicrobianos são analisados e discutidos.
Conclusões: as IVAS são um dos motivos mais comuns de visita ao consultório do pediatra. Por isso, conceitos e informações atualizados são essenciais para que o manejo dessa doença seja otimizado, reduzindo a indicação de exames diagnósticos dispensáveis, ou a implementação de tratamentos desnecessários ou prejudiciais ao paciente.

Dilemas Diagnósticos entre Tonsilte Viral e Bacteriana (2006)

Autores: Edigar R. de Almeida e Luiza H. Endo e Sílvio Luiz Zuquim

Este produto foi produzido a partir de uma mesa redonda e traz uma série de qestionamentos a cerca da tonsilite viral e bacteriana.

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O cuidado materno no manejo da asma infantil - contribuição da enfermagem transcultural (2009)

Autores: Leila Rangel da Silva, Maíra Domingues Bernardes Silva e Inês Maria Meneses dos Santos

Resumo:
O objeto deste estudo são as práticas culturais do cuidado materno no manejo da asma infantil. Objetivos:descrever o conhecimento e o cuidado materno sobre a asma infantil e analisar o cuidado materno no manejo da asma infantil. Estudo descritivo-exploratório desenvolvido a partir de questionários e entrevistas com mães de crianças com asma, no período de setembro de 2008 janeiro de 2009. Após análise temática dos dados, emergiram três categorias: 1) Conceito e manejo da asma na visão das mães cuidadoras; 2) Asma como sofrimento e risco para a vida dos filhos; 3) Plantas medicinais, simpatias e religiosidade no cuidado do filho com asma. Concluiu-se que é importante respeitarmos a cultura das mães cuidadoras das crianças com asma, para que seus valores possam ser preservados, acomodados e reestruturados junto ao cuidado profissional.

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Tratamento medicamentoso da asma em crianças (2006)

Autor: Lenita Wannmacher

Resumo: Inúmeras são as alternativas para tratamento medicamentoso de asma em crianças, com ênfase em agentes usados por via respiratória. Diferenciam-se as opções em tratamento de crises e de manutenção ou profilaxia de novas crises. As escolhas mais adequadas orientam-se pela gradação sintomática e evolutiva da asma (intermitente,persistente leve, moderada e grave, asma aguda). Dentre as duas principais categorias de antiasmáticos de uso corrente (broncodilatadores e antiinflamatórios), buscam-se as evidências para selecionar representantes quanto a eficácia e segurança. Este último aspecto é crucial em crianças submetidas a uso crônico de alguns desses fármacos.

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Constipação intestinal crônica em Pediatria (2000)

Autores: Mauro Batista de Morais e Helga Verena L. Maffei

Resumo: Objetivo: Revisar os conhecimentos atuais sobre impacto, fisiopatologia, apresentação clínica e tratamento da constipação crônica em Pediatria. Métodos: Foram utilizados revisão bibliográfica eletrônica na base de dados do Medline-Bireme, artigos recentes de revisão e publicações prévias dos autores. Resultados: A constipação crônica na infância apresenta elevada prevalência. A fisiopatologia envolve a interação de múltiplos fatores: dieta pobre em fibras, desmame precoce, episódios de evacuação dolorosa, comportamento de retenção fecal, distúrbio da motilidade intestinal e predisposição genética. A apresentação clínica é muito variável. Muitos casos têm início no primeiro ano de vida; no entanto, a procura por assistência médica específica, com freqüência, ocorre após muito tempo. Parcela dos casos são reconhecidos a partir das complicações. As principais complicações são escape fecal, dor abdominal, anorexia e alterações urinárias. O tratamento deve ser individualizado e envolve os procedimentos: orientação geral, esvaziamento do fecaloma, tratamento de manutenção e recondicionamento esfincteriano. Apesar da maioria das vezes a constipação crônica ser de origem funcional, é necessária muita atenção para as entidades que constituem seu diagnóstico diferencial. Avaliação especializada e exames subsidiários devem ser indicados de acordo com as características clínicas individuais e quando a evolução clínica não é satisfatória. Comentários: Ao que tudo indica, o controle da constipação, a longo prazo e na idade adulta, depende da incorporação de hábitos alimentares que proporcionem quantidade adequada de fibra alimentar que pode ser importante, inclusive, para melhorar as condições gerais de saúde e ajudar a prevenir a ocorrência futura de outras doenças.

Dengue: manual de enfermagem adulto e criança (2008)

Autor: Ministério da Saúde

Resumo: A dengue representa uma das grandes preocupações do Ministério da Saúde, devido à quantidade de casos notificados todos os anos. Por abranger quase a totalidade do território nacional, há risco potencial de ocorrer novas epidemias associadas à circulação do sorotipo DEN-3 e a possibilidade da entrada do DEN-4, único sorotipo que ainda não teve disseminação no país.A publicação deste manual sistematiza as informações sobre os procedimentos de enfermagem para o atendimento aos pacientes com dengue, e concretiza mais uma iniciativa do Ministério da Saúde, que busca dotar o Sistema Único de Saúde (SUS) de respostas mais adequadas a esse grande desafio da saúde pública.

Depressão perinatal: balanço entre uso de antidepressivos e riscos no concepto (2007)

Autor: Lenita Wannmacher

O balanço entre os efeitos nocivos da depressão perinatal ou do tratamento com antidepressivos, especialmente inibidores seletivos da serotonina (ISRS), sobre o feto e o recém-nascido é difícil de determinar com base nos estudos contemporâneos. A depressão não-tratada compromete a ligação mãe-filho, o desenvolvimento cognitivo e emocional do recém-nascido, a amamentação e outros cuidados exigidos pela criança. Os resultados sobre riscos são controversos, relativamente a malformações congênitas maiores e a outras complicações ao nascimento. Não se observou efeito de classe entre ISRS, mas a análise individual desses medicamentos também é conflitante. De todos eles, a paroxetina, dada em doses altas no primeiro trimestre da gestação, é a que mais consistentemente associa-se a malformações cardíacas. Apesar disso, os autores recomendam a prescrição de antidepressivos quando a gravidade da doença é maior ou há história prévia de depressão. O uso desses medicamentos durante a amamentação não se associou a efeitos nocivos no lactente.