Resumo
Lista de perguntas e respostas das mais variadas situações no Processo de trabalho na atenção primária.
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Saberes populares e cientificismo na estratégia saúde da família: complementares ou excludentes? (2011)
Resumo
A Estratégia Saúde da Família foi criada para superar o modelo tradicional de assistência em saúde. Ela pressupõe a integração das dimensões subjetivas e sociais dos usuários, ultrapassando a redução do processo saúde/doença a puros limites técnico-científicos. O artigo tem por objetivo compreender como os profissionais da saúde lidam com os conhecimentos populares dos usuários da estratégia. A metodologia caracteriza- se como exploratória com abordagem qualitativa, a técnica para a coleta de dados foi grupo focal, e para interpretação dos resultados, a análise de conteúdo.
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O sentido da visita domiciliária realizada por estudantes de medicina e enfermagem: um estudo qualitativo com usuários de unidades de saúde da família (2011)
Resumo
A visita domiciliária (VD) é considerada uma importante tecnologia para a compreensão e para o cuidado às necessidades de saúde da população. Decorre daí a demanda de sua prática nos processos de formação de profissionais da saúde. Este estudo se propõe a analisar a ótica dos usuários de unidades de saúde da família sobre as VDs realizadas por estudantes das séries iniciais de medicina e de enfermagem. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa, que utiliza, para coleta de dados, a entrevista semiestruturada realizada com usuários que receberam visitas dos estudantes de Enfermagem e de Medicina da Faculdade de Medicina de Marília. Para análise dosdados utiliza-se o método de interpretação de sentido baseado na perspectiva hermenêutico-dialética.
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Concepções de gênero, masculinidade e cuidados em saúde: estudo com profissionais de saúde da atenção primária (2011)
Resumo
O trabalho analisa as concepções de gênero e masculinidades de profissionais de saúde da Atenção Primária à Saúde em quatro estados do país (PE, RJ, RN, SP) a partir de duas perspectivas: os significados associados a ser homem e a relação masculinidade e cuidados em saúde. O estudo de natureza qualitativa é parte de pesquisa multicêntrica tendo por referência a triangulação de métodos. Foram analisadas 69 entrevistas em profundidade de profissionais de saúde com formação de nível superior. Os relatos dos profissionais (re)produzem a noção de que os serviços são “espaços feminilizados”, o que se traduz no seu cotidiano por um reforço à ideia do corpo masculino como lócus do não cuidado em oposição ao corpo feminino visto como lócus desse cuidado. Sobressai a representação dos profissionais sobre os homens centrados na forte presença de um padrão hegemônico de masculinidade, que influencia o pouco envolvimento destes com os cuidados em saúde. A existência de um modelo estereotipado de gênero acarreta a (re)produção de desigualdades entre homens e mulheres na assistência a saúde e compromete a visibilidade de outros significados expressões de identidades de gênero.
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Avaliação de um Centro de Atenção Psicossocial: o olhar da família (2011)
Resumo
O objetivo deste estudo foi avaliar um Centro de Atenção Psicossocial na perspectiva de familiares de usuários do serviço. Foi realizada uma pesquisa qualitativa utilizando-se do referencial teórico-metodológico da Avaliação de Quarta Geração. A coleta ocorreu em um serviço de saúde mental de Porto Alegre em outubro e novembro de 2006, por meio de entrevistas com 13 familiares, posteriormente validadas em uma oficina de negociação. Os dados foram agrupados e discutidos segundo as temáticas: ambiência, atividades terapêuticas, equipe, plasticidade, inserção da família, resultados da atenção psicossocial, políticas públicas e sociedade. A oficina de negociação dos dados foi um momento importante de discussão e reflexão sobre as temáticas que emergiram das entrevistas. Essa avaliação demonstra a importância em dar voz e em considerar os familiares como parceiros para a produção de uma atenção em saúde mental que coadune com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde e com os pressupostos da reforma psiquiátrica brasileira.
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O QUE É COLESTEROL (2011)
AUTOR: PFIZER
RESUMO
RESUMO
O colesterol é um tipo de lipídeo (ou gordura) que o organismo usa para produzir hormônios, vitamina D e substâncias que auxiliam na digestão.O corpo humano fabrica todo o colesterol de que precisa. Essa tarefa é desempenhada pelo fígado. O colesterol que é ingerido através de alguns alimentos (como ovos, carnes e derivados do leite) é considerado como fonte extra e, quando o colesterol está bem elevado, ele pode trazer sérias conseqüências para a saúde.
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Oficina de qualificação do NASF (2010)
Autores: Ministério da Saúde/Secretaria de Atenção à Saúde/Departamento de Atenção Básica
O projeto Oficina de Qualificação do NASF- Intensificando as ações de redução da mortalidade infantil, é uma das respostas do Departamento de Atenção Básica (DAB) a necessidades do Ministério da Saúde e do próprio departamento.
A fim de responder as necessidades colocadas, o DAB/MS propõe a Oficina de Qualificação do NASF – Intensificando as ações de redução da mortalidade infantil, caracterizada pela realização inicialmente de oficinas estaduais que discutem o processo de trabalho das equipes NASF, tendo como objetivo qualificar a atuação dessas equipes, principalmente, em relação à redução da mortalidade infantil, com ações para atenção a gestante e à saúde da criança.
Nestas oficinas são problematizados os princípios e atributos da Atenção Primária à Saúde, o papel dos NASF em relação às equipes de SF e à rede de atenção à saúde locorregional, assim como são discutidos os aspectos sobre gerenciamento e programação de ações afim de disparar o planejamento de intervenções que venham ao encontro da qualificação da atenção à gestante e à criança até cinco anos. Neste primeiro momento do projeto, o assunto disparador das discussões sobre o processo de trabalho das equipes NASF será a Mortalidade Infantil, nos momentos seguintes as oficinas terão como temas outras necessidades de saúde ou de educação permanente de acordo com o contexto.
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A fim de responder as necessidades colocadas, o DAB/MS propõe a Oficina de Qualificação do NASF – Intensificando as ações de redução da mortalidade infantil, caracterizada pela realização inicialmente de oficinas estaduais que discutem o processo de trabalho das equipes NASF, tendo como objetivo qualificar a atuação dessas equipes, principalmente, em relação à redução da mortalidade infantil, com ações para atenção a gestante e à saúde da criança.
Nestas oficinas são problematizados os princípios e atributos da Atenção Primária à Saúde, o papel dos NASF em relação às equipes de SF e à rede de atenção à saúde locorregional, assim como são discutidos os aspectos sobre gerenciamento e programação de ações afim de disparar o planejamento de intervenções que venham ao encontro da qualificação da atenção à gestante e à criança até cinco anos. Neste primeiro momento do projeto, o assunto disparador das discussões sobre o processo de trabalho das equipes NASF será a Mortalidade Infantil, nos momentos seguintes as oficinas terão como temas outras necessidades de saúde ou de educação permanente de acordo com o contexto.
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Caderno da Atenção Básica 27: Diretrizes do NASF (2010)
Autor: Ministério da Saúde
A constituição de uma rede de cuidados é uma das estratégias essenciais dentro da lógica de trabalho de um NASF. Para tanto, sua equipe e as equipes de SF deverão criar espaços de discussões internos e externos, visando o aprendizado coletivo. Dentro de tal perspectiva, o NASF deve buscar superar a lógica fragmentada da saúde para a construção de redes de atenção e cuidado, de forma corresponsabilizada com a ESF. É a situação desejável, mas que não acontecerá de forma espontânea e natural. Sendo assim, é necessário que os profissionais do Nasf assumam suas responsabilidades em regime de cogestão com as equipes de SF e sob a coordenação do gestor local, em processos de constante construção.
A expectativa da equipe que elaborou este Caderno, voltado especificamente para o tema dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, é de que se possa realmente fortalecer a APS no País, por meio do aumento do conhecimento das equipes que nela atuam, sejam das equipes de SF, dos NASF, sejam da gestão em geral.
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A constituição de uma rede de cuidados é uma das estratégias essenciais dentro da lógica de trabalho de um NASF. Para tanto, sua equipe e as equipes de SF deverão criar espaços de discussões internos e externos, visando o aprendizado coletivo. Dentro de tal perspectiva, o NASF deve buscar superar a lógica fragmentada da saúde para a construção de redes de atenção e cuidado, de forma corresponsabilizada com a ESF. É a situação desejável, mas que não acontecerá de forma espontânea e natural. Sendo assim, é necessário que os profissionais do Nasf assumam suas responsabilidades em regime de cogestão com as equipes de SF e sob a coordenação do gestor local, em processos de constante construção.
A expectativa da equipe que elaborou este Caderno, voltado especificamente para o tema dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, é de que se possa realmente fortalecer a APS no País, por meio do aumento do conhecimento das equipes que nela atuam, sejam das equipes de SF, dos NASF, sejam da gestão em geral.
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Portaria Nº 4.279, 30-12-2010: Diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do SUS (2010)
Autor: Ministério da Saúde
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O presente documento trata das diretrizes para a estruturação da Rede de Atenção à Saúde (RAS) como estratégia para superar a fragmentação da atenção e da gestão nas Regiões de Saúde e aperfeiçoar o funcionamento político-institucional do Sistema Único de Saúde (SUS,) com vistas a assegurar ao usuário o conjunto de ações e serviços que necessita com efetividade e eficiência.
Esse documento estabelece os fundamentos conceituais e operativos essenciais ao processo de organização da RAS, entendendo que o seu aprofundamento constituirá uma série de temas técnicos e organizacionais a serem desenvolvidos, em função da agenda de prioridades e da sua modelagem.
O texto foi elaborado a partir das discussões internas das áreas técnicas do Ministério da Saúde e no Grupo de trabalho de Gestão da Câmara Técnica da Comissão Intergestores Tripartite, composto com representantes do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e do Ministério da Saúde (MS).
O conteúdo dessas orientações está fundamentado no arcabouço normativo do SUS, com destaque para as Portarias do Pacto pela Saúde, a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), a Política Nacional de Promoção a Saúde (PNPS), na publicação da Regionalização Solidária e Cooperativa, além das experiências de apoio à organização da RAS promovidas pelo Ministério da Saúde (MS) e Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) em regiões de saúde de diversos estados.
O documento está organizado da seguinte forma: justificativa abordando por que organizar rede de atenção à saúde, os principais conceitos, fundamentos e atributos da rede de atenção à saúde, os elementos constitutivos da rede, as principais ferramentas de micro gestão dos serviços e, diretrizes com algumas estratégias para a implementação da rede de atenção à saúde.
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