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Dengue : diagnóstico e manejo clínico : criança (2011)

Autor: Ministério da Saúde/Secretaria de Vigilância em Saúde/Departamento de Vigilância
Epidemiológica.

Este manual foi elaborado com base na experiência brasileira, bem como na de outros países, a partir do conhecimento adquirido pelos profissionais nas últimas epidemias. Espera-se que este manual contribua e auxilie os profissionais de saúde no diagnóstico precoce e no manejo clínico adequado ao paciente pediátrico com dengue, de forma que possamos alcançar a meta de evitar a ocorrência de óbitos por dengue no Brasil.

Veja aqui o arquivo completo.

Dengue: Diagnóstico e Manejo Clínico (2002)

Autor: Ministério da Saúde

Resumo: A identificação precoce dos casos é de vital importância para tomar decisões e implementar medidas de maneira oportuna, visando principalmente o controle da doença. A organização dos serviços de saúde tanto na área de vigilância epidemiológica quanto na prestação de assistência médica é essencial para reduzir a letalidade das formas graves e conhecer o comportamento da dengue, sobretudo em períodos de epidemia. Nessas situações é mandatória a efetivação de um Plano de Contingência que contemple as necessidades de recursos humanos e financeiros e a identificação de unidades de referência. A classificação da dengue, segundo a Organização Mundial de Saúde é retrospectiva e depende de critérios clínicos e laboratoriais que nem sempre estão disponíveis precocemente, sobretudo para os casos de dengue clássica com complicações. Estes critérios não permitem o reconhecimento de formas potencialmente graves, para as quais é crucial a instituição precoce de tratamento. Pelos motivos expostos, preconizamos a adoção do protocolo de condutas apresentado a seguir, frente a todo paciente com suspeita de dengue. Nele, propõe-se uma abordagem clínico-evolutiva, baseada no reconhecimento de elementos clínico-laboratoriais e de condições associadas que podem ser indicativos de gravidade, com o objetivo de orientar a conduta terapêutica adequada para cada situação.

Diagnóstico e Conduta do Paciente com Suspeita de Dengue (2006)

Autor: Ministério da Saúde

Fluxograma de manejo clínico.

Dengue: roteiro para capacitação de profissionais médicos no diagnóstico e tratamento (2007)

Autor: Ministério da Saúde

Resumo: Este material destina-se a instrumentalizar o profissional médico para que possa atuar em sua realidade, contribuindo para a organização do serviço no atendimento dos pacientes, seja em situação de epidemia, orientando e estabelecendo o fluxo de pacientes, seja em períodos não epidêmicos, realizando o diagnóstico de forma racional e trabalhando articuladamente com a vigilância epidemiológica local. O conteúdo programático, desta forma, encontra-se distribuído em dois módulos: Dengue em adulto e Dengue em criança, com abordagem epidemiológica, diagnóstico e manejo clínico. Com eles, o presente material propõe a fornecer subsídios para capacitar profissionais médicos na atenção integral do paciente com dengue, sem perder a perspectiva das características epidemiológicas regionais e a realidade local.

Síndrome de Guillain-Barré precedida por um Quadro de Dengue: relato de caso (2009)

Autores: Kaddoum, M. et al.

Resumo: A Síndrome de Guillain-Barré (SGB) é uma poliradiculoneuropatia resultante de uma reação auto-imune humoral em resposta a um quadro infeccioso recente, que classicamente não tem sido descrita na literatura em associação com o vírus da dengue. O objetivo deste estudo é apresentar o relato de um caso de SGB precedida por um quadro de dengue confirmado, no sentido de enfatizar a importância de investigação desta etiologia como gatilho dessa síndrome no atual contexto epidemiológico.

Guia Básico de Dengue para órgãos públicos e privados, comércio, pequenas e grandes empresas (2002).

Autor: Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, Superintendência de Controle de Endemias SUCEN, Diretoria de Combate a Vetores-DCV

Este Guia Básico de Dengue foi elaborado pela SUCEN com o objetivo de subsidiar funcionários em geral, principalmente aqueles envolvidos em serviços de manutenção e zeladoria de áreas internas e externas de prédios, na incorporação de áreas, que possam evitar o desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, no local de trabalho. Recomenda-se que as informações contidas neste guia se prestem não somente como esclarecimentos aos funcionários, mas que sejam ampliadas para o cotidiano das pessoas atingindo a comunidade em que vivem.

Febres hemorrágicas por vírus no Brasil (2006)

Autor: Luiz Tadeu Moraes Figueiredo.

Resumo: Chamando a atenção para as febres hemorrágicas por vírus, que em sua maioria tem escassa informação divulgada e provavelmente são subnotificadas, mostra-se neste artigo casos clínicos das 4 doenças deste tipo que ocorrem no Brasil: febre amarela, dengue hemorrágico/síndrome de choque do dengue, febre hemorrágica por arenavírus e síndrome pulmonar e cardiovascular por hantavírus. Também, relevantes aspectos clínicos, laboratoriais e epidemiológicos destas viroses são aqui abordados. São doenças que têm alta letalidade e induzem extravasamento capilar e coagulopatia, que podem ser evidenciados pela elevação do hematócrito e plaquetopenia. A suspeita clínica e o tratamento precoce são fundamentais à sobrevida dos pacientes.

Dengue: manual de enfermagem adulto e criança (2008)

Autor: Ministério da Saúde

Resumo: A dengue representa uma das grandes preocupações do Ministério da Saúde, devido à quantidade de casos notificados todos os anos. Por abranger quase a totalidade do território nacional, há risco potencial de ocorrer novas epidemias associadas à circulação do sorotipo DEN-3 e a possibilidade da entrada do DEN-4, único sorotipo que ainda não teve disseminação no país.A publicação deste manual sistematiza as informações sobre os procedimentos de enfermagem para o atendimento aos pacientes com dengue, e concretiza mais uma iniciativa do Ministério da Saúde, que busca dotar o Sistema Único de Saúde (SUS) de respostas mais adequadas a esse grande desafio da saúde pública.

Manifestações Neurológicas de Dengue (2005)

Autor: Maria Lúcia Brito Ferreira et al.

Resumo: Pelo aumento de casos de encefalite e meningoencefalite em pacientes com dengue,diagnosticados em hospital público referência estadual em Neurologia, adotou-se levantamento sistemático. Objetivo: A presentar 41 casos com manifestações neurológicas do dengue comparando-os à literatura. Método: R e a l i z o u –se estudo descritivo, retrospectivo, entre março e julho de 1997, e prospectivo, de feverei ro a maio de 2002. Foram analisados regiões acometidas e diagnósticos em 41 pacientes. Resultados: As regiões acometidas foram: encefálica (5/7 casos de 1997 - 71,4% e 20/34 casos de 2002 - 58,8%), medular (2/34 de 2002 - 5,9%), de nervos periféricos (2/7 casos de 1997-28,6% e 12/34 de 2002- 35,3%). Não houve acometimento meníngeo. Quanto à topografia, foram diagnosticados acometimentos encefálicos e de nervos periféricos em ambos os períodos, e, apenas em 2002, acometimento medular. Dos 14 diagnósticos, acidente vascular cerebral hemorrágico e encefalomielite aguda disseminada não constam da literatura consultada, além da acentuação de espasmo hemifacial como possível manifestação do dengue. Conclusão: Esta é a terceira casuística em dengue e sistema nervoso. Foram firmados três diagnósticos, ainda não relatados internacionalmente.

Dengue: aspectos clínicos (2007)

Autor: Rivaldo Venâncio da Cunha, Ministério da Saúde

Tópicos a serem abordados: aspecto clínico das infecções pelos vírus; Dengue; apresentações clínicas incomuns; Dengue com comprometimento neurológico; patogenia das formas graves e diagnóstico laboratorial.

Protocolo para o atendimento aos pacientes com suspeita de Dengue (2009)

Autor: Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

São abordados aspectos como: sinais de identificação de casos suspeitos, etapas a serem seguidas no atendimento, quadro clínico e diagnóstico diferencial, exames laboratoriais a serem realizados, condução dos casos nos diferentes grupos, entre outros.