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Utilização de medicamentos para tratamento de infecções respiratórias na comunidade (2004)

Resumo:

As infecções do trato respiratório (alto ou baixo), bacterianas ou virais, constituem a principal causa de consultas aos serviços de saúde e de afastamento do trabalho e da escola nos EUA.9 No Brasil, essas afecções também representam papel importante em termos de morbimortalidade e de demanda por serviços de saúde nas mais diversas instâncias de assistência. Apesar de boa parte das infecções respiratórias terem etiologia viral, para as quais o tratamento com drogas antimicrobianas não traz nenhum benefício, a prescrição de antimicrobianos é prática comum, tanto no atendimento de crianças quanto de adultos.

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Asma e Rinite: linhas e conduta em Atenção Básica (2004)

Autor: Ministério da Saúde/Secretaria de Atenção à Saúde/Diretoria da Atenção Básica

Resumo: A Asma é um problema de saúde pública que afeta parcela significativa da população, principalmente crianças. No Brasil, a prevalência de asma varia de 10 a 20%, dependendo da região e da faixa etária consideradas, sendo responsável por cerca de 350 mil internações e 2 mil óbitos anualmente, segundo dados do DATASUS referentes ao ano de 2002. A rinite alérgica é a forma mais comum de doença atópica, com prevalência estimada entre 10% e 25% da população geral, frequentemente coexistindo com a asma. Esta publicação é parte da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Respiratórias e visa orientar, sobretudo, as unidades de Atenção Básica, no manejo dessas morbidades.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica ( 2001)

Autor: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

Resumo: Essa diretriz tem por objetivo definir e recomendar os procedimentos utilizados no diagnóstico, estadiamento e tratamento da doença pulmonar obstrutiva crônica(DPOC).

II Consenso Brasileiro sobre Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC (2004)

Autor: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

Resumo: Essa diretriz aborda temas como: Caracterização da DPOC, tratamento ambulatorial e hospitalar, terapêutica farmacológica e cirúrgica, influência do tabagismo, entre outros.

Abordagem Diagnóstica e Terapêutica dos Pacientes Atendidos no Hospital com Dor Torácica Aguda de Provável Etiologia Isquêmica (2005)

Autor: Eduardo Dante Bariani Peres - Unidade Coronariana do Hospital Síro-Libânes

Resumo: Este documento foi elaborado através de extensa revisão da literatura acerca do diagnóstico e abordagem da dor torácica aguda, utilizando os princípios da medicina baseada em evidências científicas para valorizar as informações encontradas. O objetivo desta padronização é o desenvolvimento e implementação de processos de trabalho médico que demonstrem maior segurança, melhor qualidade e eficiência aos nossos clientes.

I Diretriz de Dor Torácica na Sala de Emergência Definições de Graus de Recomendação e Níveis de Evidência (2002)

Autor: Sociedade Brasileira de Cardiologia

Resumo: Essa diretriz aborda questões como diagnóstico, causas de dor torácica e diagnóstico diferencial, o tratamento, entre outros.

Infecções agudas das vias aéreas superiores – diagnóstico e tratamento ambulatorial (2003)

Autores: Paulo M.C. Pitrez e José L.B. Pitrez

Resumo : Este artigo tem como objetivo apresentar uma revisão atualizada sobre as infecções das vias aéreas superiores (IVAS) mais comuns na prática diária de consultório do pediatra, visando a uma adequada orientação de condutas diagnósticas e terapêuticas. Fontes dos dados: foram revisadas referências obtidas na base de dados Medline. Foram selecionados os artigos mais relevantes sobre o tema. Síntese dos dados: rinofaringite aguda, sinusite aguda, faringo-amigdalite aguda estreptocócica e laringite viral aguda são apresentadas de forma crítica e sucinta. As dificuldades observadas na prática clínica, em relação ao diagnóstico diferencial de determinadas IVAS, limitações na busca do agente etiológico e o uso, muitas vezes abusivo, de antimicrobianos são analisados e discutidos.
Conclusões: as IVAS são um dos motivos mais comuns de visita ao consultório do pediatra. Por isso, conceitos e informações atualizados são essenciais para que o manejo dessa doença seja otimizado, reduzindo a indicação de exames diagnósticos dispensáveis, ou a implementação de tratamentos desnecessários ou prejudiciais ao paciente.

Caderno da Atenção Básica 25: Doenças Respiratórias Crônicas (2010)

Autor: Ministério da Saúde

Resumo: Esta publicação tem como finalidade oferecer conhecimento prático para o manejo dos agravos em questão. O documento traz protocolos clínicos para o manejo da rinite, asma e DPOC, além de um capítulo introdutório que discute de maneira objetiva os sintomas respiratórios. Esta publicação representa o reconhecimento dos resultados positivos alcançados pelos profissionais da Atenção Primária frente às doenças respiratórias crônicas. Consiste em uma das ações do Departamento de Atenção Básica no sentido de qualificar o trabalho das equipes para a atuação na Saúde da Família. O Caderno de Atenção Básica Doenças Respiratórias Crônicas foi elaborado por equipe multiprofissional, formada por generalistas e especialistas em doenças respiratórias, com o objetivo de produzir um documento adequado à realidade da Atenção Primária no País.

Diagnóstico e Tratamento da Asma Brônquica (2001)

Autores: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia e Sociedade Brasileira de Pediatria

A Asma é uma doença inflamatória crônica, caracterizada por hiper-responsividade das vias aéreas manifestando-se por obstrução ao fluxo aéreo, reversível espontaneamente ou pelo tratamento, com episódios recorrentes de sibilância, dispnéia, aperto no peito e tosse, particularmente à noite e pela manhã ao acordar. Esse trabalho tem por objetivos: definir parâmetros para o diagnóstico clínico-funcional e de gravidade para asma brônquica, bem como, normatizar etapas para o tratamento de manutenção e procedimentos terapêuticos na crise de asma.

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Tratamento medicamentoso da asma em crianças (2006)

Autor: Lenita Wannmacher

Resumo: Inúmeras são as alternativas para tratamento medicamentoso de asma em crianças, com ênfase em agentes usados por via respiratória. Diferenciam-se as opções em tratamento de crises e de manutenção ou profilaxia de novas crises. As escolhas mais adequadas orientam-se pela gradação sintomática e evolutiva da asma (intermitente,persistente leve, moderada e grave, asma aguda). Dentre as duas principais categorias de antiasmáticos de uso corrente (broncodilatadores e antiinflamatórios), buscam-se as evidências para selecionar representantes quanto a eficácia e segurança. Este último aspecto é crucial em crianças submetidas a uso crônico de alguns desses fármacos.

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Educação de pacientes com asma: atuação do enfermeiro (2002)

Autor: Ana Rita de Cássia Bettencourt et al.

Programas de educação em asma levam a melhor controle da asma e são uma das recomendações dos consensos. Os programas devem incluir uma enfermeira no grupo educacional que aplicará o programa estruturado. A proposta da intervenção é mudar a vida diária do paciente e sua família e melhorar o controle da doença e qualidade de vida. Objetivo: Padronizar e aplicar um modelo estruturado de pós-consulta, como parte de atendimento multidisciplinar dentro de um programa educativo para pacientes asmáticos em um ambulatório de um hospital público e acompanhamento das mudanças no conhecimento da asma e qualidade de vida. Método: Estudo longitudinal, prospectivo, com duração de seis meses, realizado no ambulatório de Pneumologia do Hospital São Paulo (Unifesp/EPM), dentro de um programa de educação para pacientes asmáticos, em que foram agendadas seis consultas, com intervalo de quatro semanas, com os seguintes temas: o que é asma, medicações de alívio e prevenção, diário de sintomas e escore de dispnéia, uso correto do aerossol, discussão dos fatores desencadeantes e profilaxia, e também reconhecer os sinais de descontrole da asma. Um modelo padronizado do questionário de conhecimentos sobre asma e outro sobre qualidade de vida foram aplicados no início, durante e no final do estudo.
Resultados: 26 asmáticos foram acompanhados por seis meses e mostraram melhora significante na identificação dos problemas relacionados ao manejo da asma, como também nos índices de qualidade de vida.
Conclusão: O modelo de atendimento, como também as técnicas de treinamento, foram adequadas e úteis no desenvolvimento de um programa educativo estruturado para pacientes asmáticos.

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