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Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal (2004)


Autores: Ministério da Saúde e Coordenação Nacional de Saúde Bucal.


Este documento apresenta as diretrizes do Ministério da Saúde para a organização da atenção à saúde bucal no âmbito do SUS, resultantes de um processo de discussões com os coordenadores estaduais de saúde bucal e fundamentando-se nas proposições que, nas últimas décadas foram geradas em congressos e encontros de odontologia e de saúde coletiva, bem como em consonância com as deliberações das Conferências Nacionais de Saúde e da I e II Conferência Nacional de Saúde Bucal.
Estas diretrizes constituem o eixo político básico de proposição para a reorientação das concepções e práticas no campo da saúde bucal, capazes de propiciar um novo processo de trabalho tendo como meta à produção do cuidado. Desta forma, deve ser compreendido como referência conceitual para o processo de se fazer o modelo de atenção no espaço da micro-política, onde ocorre, diante de diversos problemas e demandas, o encontro dos saberes e fazeres entre sujeitos usuários e sujeitos profissionais.

Leia o documento completo.

III Diretrizes para Tuberculose da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (2009)

Autor: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

Resumo: Diariamente novos artigos científicos sobre tuberculose (TB) são publicados em todo mundo. No entanto, é difícil para o profissional sobrecarregado na rotina de trabalho acompanhar a literatura e discernir o que pode e deve ser aplicado na prática diária juntos aos pacientes com TB. A proposta das “III Diretrizes para TB da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT)” é revisar de forma crítica o que existe de mais recente na literatura científica nacional e internacional sobre TB e apresentar aos profissionais da área de saúde as ferramentas mais atuais e úteis para o enfrentamento da TB no nosso país.


VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (2010)

Autor: Sociedade Brasileira de Cardiologia

Resumo: Essas diretrizes abordam a Hipertensão Arterial Sistêmica, trazendo questões ligadas a: conceituação, epidemiologia e prevenção primária, diagnóstico, classificação, avaliação clínica e laboratorial e estratificação de risco, dentre outros.

II Consenso Brasileiro sobre Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC (2004)

Autor: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

Resumo: Essa diretriz aborda temas como: Caracterização da DPOC, tratamento ambulatorial e hospitalar, terapêutica farmacológica e cirúrgica, influência do tabagismo, entre outros.

I Diretriz de Dor Torácica na Sala de Emergência Definições de Graus de Recomendação e Níveis de Evidência (2002)

Autor: Sociedade Brasileira de Cardiologia

Resumo: Essa diretriz aborda questões como diagnóstico, causas de dor torácica e diagnóstico diferencial, o tratamento, entre outros.

Rastreamento do Câncer de Mama na Mulher Brasileira (2008)

Autor: Sociedade Brasileira de Mastologia

Esse documento traz as “Recomendações da X Reunião Nacional de Consenso Sociedade Brasileira de Mastologia” a cerca do Rastreamento do Câncer de Mama na Mulher Brasileira. Dentre os tópicos abordados podem ser citados: estatísticas e análise das Diretrizes do INCA de 2005; Avaliação da rede de atendimento: distribuição de mamógrafos e qualidade dos exames; o auto-exame para a mulher brasileira; o exame clínico da mama; a mamografia (quando começar, periodicidade e quando parar); a ultrassonografia no rastreamento e a Ressonância Magnética Mamária.

Consenso Brasileiro em Doença de Chagas (2005)

Autor: Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde

Resumo: A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde apresenta o Consenso Brasileiro em Doença de Chagas, desenvolvido por meio da contribuição de especialistas brasileiros com grande conhecimento sobre a doença em nosso país. Este trabalho teve como objetivo a padronização das estratégias de diagnóstico, tratamento, prevenção e controle da doença de Chagas. Para a elaboração deste documento levou-se em conta o quadro epidemiológico atual, os avanços técnico-científicos e a experiência de especialistas, que vem se dedicando ao estudo da doença.

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST(2001)

Autor: Sociedade Brasileira de Cardiologia

Nessas diretrizes serão abordados os seguintes tópicos: Estratificação de risco e condutas nas primeiras 12h após a chegada do paciente ao hospital; Condutas no paciente com angina instável de risco intermediário e Condutas no paciente com angina instável de alto risco e infarto agudo do miocárdio sem supradesnível do segmento ST.

Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Artrite Reumatóide (2006)

Autor: Ministério da Saúde

Trata-se de um protocolo nacional que apresenta o conceito geral da doença, os critérios de inclusão/exclusão de pacientes no tratamento, critérios de diagnóstico, esquema terapêutico preconizado e mecanismos de acompanhamento e avaliação deste tratamento, devendo ser utilizado pelas Secretarias de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, na regulação da dispensação dos medicamentos nele previstos.

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Controle do Câncer de Mama - documento de consenso (2004)

Autor: Ministério da Saúde

Resumo: Frente às limitações práticas para a implementação, junto à população, de estratégias efetivas para a prevenção do câncer de mama, as intervenções, do ponto de vista da Saúde Pública, passam a ser direcionadas a sua detecção precoce, com a garantia de recursos diagnósticos adequados e tratamento oportuno.O Ministério da Saúde, considerando a situação atual do câncer de mama no Brasil e percebendo a necessidade de definir as estratégias a serem priorizadas para o seu controle, a partir de um trabalho conjunto entre o Instituto Nacional de Câncer e a Área Técnica da Saúde da Mulher, com o apoio da Sociedade Brasileira de Mastologia, realizou, nos dias 13 e 14 de novembro de 2003, uma oficina de trabalho para discussão e aprovação de recomendações referentes ao controle do câncer de mama. Participaram, além de técnicos de diferentes áreas do Ministério, gestores, pesquisadores que atuam na área de controle de câncer e representantes de Sociedades Científicas afins e de entidades de defesa dos direitos da mulher. Este documento de consenso apresenta as recomendações emanadas dessa oficina para a prevenção, detecção precoce, diagnóstico, tratamento e cuidados paliativos no câncer de mama e aponta possíveis estratégias que devem ser utilizadas para a sua implementação no Sistema Único de Saúde.

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Consenso Internacional sobre Pé Diabético (2001)

Autor: Grupo Internacional sobre Pé Diabético

Resumo: O Consenso Internacional sobre Pé Diabético e o resultado de um amplo trabalho de pesquisa, baseado em evidências científicas e opiniões de especialistas, que visa suprir o profissional de saúde com interesse em Diabetes Mellitus e especificamente voltado para esta complicação tão devastadora – o Pé Diabético. Nos últimos anos, um interesse crescente sobre o tema tem sido observado em todo o mundo e isto também ocorre em nosso país, diante da complexidade, gravidade e os custos do problema, o que requer ações preventivas e uniformidade no tratamento dos pacientes diabéticos com problema nos pés. As metas do Grupo Internacional de Trabalho sobre Pe Diabético são amplas e a tradução do Consenso Internacional e das Diretrizes Práticas constitui o passo inicial para divulgar o conhecimento em todos os níveis de assistência – primário, secundário e terciário, dos vários aspectos envolvidos no desenvolvimento da ulceração e sua evolução para amputações.


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Tratamento e Acompanhamento do Diabetes Mellitus (2006)

Autor: Sociedade Brasileira de Diabetes

Resumo: Este trabalho se constitui na primeira diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), e aborta aspectos como: epidemiologia, aspectos epidemiológicos, métodos e critérios para o diagnóstico, orientação nutricional, prevenção terapêutica, abordagem em pediatria, entre outros.