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Ansiedade e Depressão no Idoso (2009)

Autor: Antonio Leandro Nascimento

Aborda aspectos epidemiológicos, fatores de risco e proteção, diagnóstico e terapêutica associados à Ansiedade e Depressão no Idoso.

Veja a apresentação completa.

Depressão perinatal: balanço entre uso de antidepressivos e riscos no concepto (2007)

Autor: Lenita Wannmacher

O balanço entre os efeitos nocivos da depressão perinatal ou do tratamento com antidepressivos, especialmente inibidores seletivos da serotonina (ISRS), sobre o feto e o recém-nascido é difícil de determinar com base nos estudos contemporâneos. A depressão não-tratada compromete a ligação mãe-filho, o desenvolvimento cognitivo e emocional do recém-nascido, a amamentação e outros cuidados exigidos pela criança. Os resultados sobre riscos são controversos, relativamente a malformações congênitas maiores e a outras complicações ao nascimento. Não se observou efeito de classe entre ISRS, mas a análise individual desses medicamentos também é conflitante. De todos eles, a paroxetina, dada em doses altas no primeiro trimestre da gestação, é a que mais consistentemente associa-se a malformações cardíacas. Apesar disso, os autores recomendam a prescrição de antidepressivos quando a gravidade da doença é maior ou há história prévia de depressão. O uso desses medicamentos durante a amamentação não se associou a efeitos nocivos no lactente.

Diagnóstico e Tratamento da Depressão (2001)

Autores: Fleck MPA et al.

O presente documento tem como objetivos: destacar os aspectos consensuais em relação a importância do diagnóstico de depressão, bem como, orientar os princípios que regem o tratamento dos episódios depressivos.

Leia o texto completo.

Depressão no Idoso: Diagnóstico, Tratamento e Benefícios da Atividade Física (2002)

Autores: Florindo Stella et al.

Resumo: A depressão constitui enfermidade mental frequente no idoso, comprometendo intensamente sua qualidade de vida, sendo considerada fator de risco para processos demenciais. É uma condição que coloca em risco a vida, sobretudo daqueles que têm alguma doença crônico-degenerativa ou incapacitante, pois há uma influência recíproca na evolução clínica do paciente. As estratégias de tratamento mais utilizadas são psicoterapia, intervenção medicamentosa e exercício físico. A atividade física, quando regular e bem planejada, contribui para a minimização do sofrimento psíquico do idoso deprimido, além de oferecer oportunidade de envolvimento psicossocial, elevação da auto-estima, implementação das funções cognitivas, com saída do quadro depressivo e menores taxas de recaída. Uma das vantagens do exercício físico é o efeito positivo também na prevenção e tratamento de outros agravos comuns nas pessoas idosas. Propõe-se que as administrações municipais organizem programas de atividade física, além da inclusão exercícios físicos nas programações dos Grupos de Terceira Idade.

Tratamento da depressão (1999)

Autor: Fábio Gomes de Matos e Souza

Resumo: O tratamento antidepressivo deve ser realizado considerando os aspectos biológicos, psicológicos e sociais do paciente. Na média, não há diferenças significativas em termos de eficácia entre os diferentes antidepressivos mas o perfil em termos de efeitos colaterais, preço, risco de suicídio, tolerabilidade varia bastante o que implica em diferenças na efetividade das drogas para cada paciente. A conduta, portanto, deve ser individualizada. A prescrição profilática de antidepressivos irá depender da intensidade e freqüência dos episódios depressivos. O risco de suicídio dever ser sempre avaliado e se necessário o ECT deverá ser indicado. Não há antidepressivo ideal, entretanto, atualmente existe uma disponibilidade grande de drogas atuando através de diferentes mecanismos de ação o que permite que, mesmo em depressões consideradas resistentes, o tratamento possa obter êxito.